(Num local incerto, em alguma parte da Europa, se encontram os personagens à seguir citados. Parecem estar em uma grande sala de um castelo, iluminada por algumas velas e pela luz da Lua, que entra pela janela.)


buuuuuuuuuuuuuuuuu... \(`0´)/
(Num local incerto, em alguma parte da Europa, se encontram os personagens à seguir citados. Parecem estar em uma grande sala de um castelo, iluminada por algumas velas e pela luz da Lua, que entra pela janela.)
Postado por Nícholas Mendes às 06:11 1 comentários
Enfim veio a primeira noite do inverno e os camponeses puderam acender as suas velas e deitar em suas camas, cobertos com suas cobertas de pele ou de lã.
Porém, um jovem adulto e solitário parecia morrer próximo da entrada da vila. Todo ensanguentado, ugindo suas dores inouvíveis pela população, parecia ter escapado vivo do ataque de um monstro.
A pouco tempo tinha sido atacado e recebera mordidas fortes de um ser malígno. Essas feridas se concentravam em seu pescoço; por sorte conseguira escapar da morte.
No limite de suas vidas, no fim de sua vida imortal o mórbido jovem enxergou a embaçada imagem humanóide de uma negra mulher que voltava com sua pequena dona para a vila. No começo, receoso, resolveu se esconder, porém o instinto de sobreviver fez-o atacar a negra. Que vencesse o mais forte.
Infelizmente uma humana indefesa e despreparada nunca poderia vencer a força descomunal de um vampiro com fome, ainda que esse estivesse a beira da morte.
Ao mesmo tempo que se ouvia soar do grito agudo de uma pequena menina que pedia socorro para qualquer outro ser, o jovem vampiro pareceu ganhar vida, restaurando suas feridas e confiança enquanto a negra, cedida pelo veneno da morte não fazia outra coisa senão morrer.
Revigorado o mórbido ser apenas caminhou em direção à menina, recitou algumas palavras em lingua que a garota não entendia e desconhecia, mas tais palavras tinham um timbre enfermiço e confortante tão belo que ela só pôde fitá-lo os olhos profundos da morte viva com os seus de esmeralda, sem emitir som algum.
Sentiu os dentes afiados e demoníacos furarem-lhe o pescoço e as artérias , sentiu também o ardente veneno que lhe correu pelas veias do corpo sem lhe causar dor, mas sim uma sensação de orgasmo excitante e satisfatória.
Quando as presas afiadas sairam-lhe do pescoço a menina tornou a fitar aqueles olhos de morte profundos, mas via neles, agora, uma cor de rubi amaldiçoado, muito atraente. Tratou de beijar o demônio e despi-lo. Ele apenas contribuiu as afeições.
Gritos de gozos e puro orgasmo foram ouvidos pela floresta e quando terminaram o ritual sexual os dois tinham uma ligação mais que sanguínea, uma ligação morta e sem espírito.
Já tinha a sua rainha e sua fortaleza, o castelo, faltava-lhe os piões, ai sim sua guerra contra a jovem bruxa que o atacara outrora teria um recomeço.
O pacto de paz estava parcialmente quebrado.
Nícholas Mendes (Puck Todd)
Postado por Nícholas Mendes às 14:52 0 comentários
Diseño por
Arcsin
| A Blogger por Anderssauro
Nenhum conteúdo desse blog pode ser reproduzido sem prévia autorização. Os Populares